15/06/2009, 10:22

Fontes Ibiapina será homenageado do Salipi 2010

Por: Divulgação Divulgação

Solenidade de encerramento do Salipi

A edição deste ano marcou o Salão do Livro do Piauí – Salipi. Além de quatro convidados internacionais, pela primeira vez o evento saiu do Centro de Convenções e foi até a Praça Pedro II. Durante o encerramento, que aconteceu neste domingo, 14, com shows de Patrícia Mellodi e Rita Ribeiro, a equipe organizadora revelou o homenageado de 2010: Fontes Ibiapina. O autor, nascido em Picos, na zona rural, em junho de 1921, assinou em torno de 30 títulos, como “Crendices, Superstições e Curiosidades Verídicas no Piauí”.

Agradecendo aos apoiadores e colaboradores do Salão, todos os organizadores subiram ao palco e receberam uma salva de palmas. “Estamos cansados, mas muito felizes com o resultado deste ano. Ao todo foram 35 palestras, atividades de 8 da manhã até às 10h da noite; além disso realizamos um desejo antigo, que era o de levar o Salipi até a praça, com toda a sua simbologia”, frisou Nilson Ferreira, um dos organizadores do Salão.

“Dizer que foi um sucesso absoluto é até lugar comum. O Salão conquistou o primeiro lugar como opção cultural do povo, e acredito que haverá resistência dos expositores e do público caso fique decidido que iremos voltar ao Centro de Convenções”, afirmou o professor Luiz Romero, organizador do evento. Ele destacou ainda que, de acordo com a pesquisa feita pela Fundação Dom Quixote, 95% dos entrevistados aprovou a realização do evento na praça; assim como os livreiros, cuja maioria também foi favorável a mudança.

Ainda segundo Romero, a expectativa é a de que, se o Salipi permanecer na Praça Pedro II, toda sua extensão seja utilizada. “Dessa vez ficamos apenas com uma parte dela, mas vemos que há tanto interesse como atividades que possam ocupá-la por completo.

Após os agradecimentos, subiu ao palco Patrícia Mellodi, que emocionou o público ao cantar músicas autorais e de grandes nomes piauienses como Torquato Neto, sempre as entrelaçando com pequenas anedotas. Para encerrar a noite, a maranhense Rita Ribeiro não economizou seu vozeirão, e animou o teatro - que estava lotado - com um repertório variado, que foi de Zeca Baleiro a Madonna.

Agora, findados os sete dias de efervescência cultural, basta esperar o próximo ano, que certamente virá cheio de surpresas.  

 

14/06/2009, 11:35

Expositores comemoram vendas no 7° Salipi

Por: Pollyanna Carvalho/Acessepiauí Pollyanna Carvalho/Acessepiauí

Vendas de livros aumentaram em novo espaço

Por Pollyanna Carvalho

Hoje (14) é o último dia da sétima edição do Salão do Livro do Piauí, que esse ano foi transferido do Centro de Convenções para a Praça Pedro II, centro de Teresina. A mudança no local de realização do evento agradou principalmente aos expositores, que tiveram suas vendas superiores aos anos anteriores.

Para José Araújo, expositor desde o ano passado, as vendas foram muito boas e melhores que no ano anterior. “O local é central, popularizou o evento e possibilitou que muita gente viesse até o Salipi. As vendas foram ótimas”, disse.

Luís Felipe, que também possui um estande de livros no salão, festeja as boas vendas de seus produtos no Salipi. “A praça é mais central e todos podem vir. O Centro de Convenções é muito isolado e o público é bastante seleto”, afirmou.

Para o professor Luís Romero, um dos organizadores do evento, o novo espaço deu uma guinada no evento. “Percebemos uma guinada no sétimo salão em relação aos anos anteriores, por causa do espaço. A quantidade de público dobrou”, festejou.

 

13/06/2009, 14:12

“A reforma ortográfica foi tímida”, afirma escritor Domício Proença

Esperada com ansiedade por professores e alunos, a palestra do escritor e membro da Academia Brasileira de Letras, Domício Proença Filho não decepcionou. Abordando a ortografia da língua portuguesa e os acordos que a modificaram, o estudioso deu dicas e opinou sobre a atual reforma ortográfica.

“Ela (a reforma) implica na unificação e simplificação para facilitar a integração dos países que falam Português”, destacou Domício. Segundo ele, esta é a única língua de cultura que possui duas grafias.

Para ele, a reforma ortográfica, que levou 18 anos para ser debatida e concluída foi tímida. “Houve uma preocupação muito grande em preservar certos interesses no lugar de outros. A reforma poderia ter sido muito maior, mais significativa”, completou Domício.

Acompanhado no palco do Theatro 4 de Setembro pelo professor Nilson Ferreira, Domício fez questão de responder as várias perguntas do público, lembrando que até agora já viveu três reformar ortográficas: na de 1943 era aluno, na de 1971 era coordenador da implementação das mudanças e agora, participa indiretamente como membro da ABL.

 

13/06/2009, 12:22

José Pacheco critica postura de professores

Por: Pollyanna Carvalho/Acessepiauí Pollyanna Carvalho/Acessepiauí

Escritor e educador José Pacheco

Por Pollyanna Carvalho

Um dos palestrantes da sétima edição do Salão do Livro do Piauí foi o educador e escritor José Pacheco, que falou sobre o tema “Educação para inclusão escolar e social”. Diferente da maioria das palestras do Salão do Livro do Piauí, essa foi um bate-papo entre o educador e plateia, que direcionou toda a discussão através de perguntas.

O assunto que predominou foi a Escola da Ponte, localizada em Vila das Aves em Portugal, da qual José Pacheco foi idealizador e é coordenador. A escola é um exemplo de inclusão escolar e social em todo o mundo e, motivado por perguntas do público presente, o educador falou a respeito da escola e criticou, de forma indireta, o atual sistema que vigora nas escolas do Brasil e das demais instituições de ensino de Portugal.

“Quando cheguei à Escola da Ponte vi que ela era o maior exemplo de exclusão social e escolar do mundo e aí me perguntei: abandonar a profissão ou ficar e mudar tudo? Decidi ficar e juntamos uma equipe e transformamos uma escola miserável na melhor escola do País e referência mundial”, disse.

Ele critica a postura do professor e diz que o educador hoje ministra aulas sozinho, quando ele deveria está incluído. “Para haver inclusão escolar o professor deve está incluído e ele não está. Ele está sozinho em sala de aula”, afirma o escritor, acrescentando que as escolas públicas do Brasil precisam ser transformadas. “Elas [escolas] precisam ser transformadas com a dignidade que elas exigem”, finalizou.

O educador falou ao público do sétimo Salão do Livro do Piauí nesse sábado. A sua foi a segunda palestra do Língua Viva desse dia 13.

 

13/06/2009, 12:15

Júlio Pedrosa

Por: Assessoria Assessoria

Júlio Pedrosa, Coordenador da Comissão de Feiras de Livro do Senado

Diretor da Secretaria Especial de Editoração e Publicações e Coordenador da Comissão de Feiras de Livro, Júlio Pedrosa, fez questão de elogiar o trabalho feito pela equipe do Senado no VII SALIPI, disse ele “apesar das intempéries iniciais, o Senado fez um belo trabalho em Teresina com várias matérias publicadas na mídia impressa, cobertura de redes de televisões e rádios locais, uma equipe enxuta que merece todo nosso elogio. O estande também ficou diferente do padrão do senado mas, atendeu bem ao piauiense. Enfim... Tenho a agradecer ao povo do Piauí pela acolhida e ao Senado pela competência de seus funcionários mas, lembro que viemos aqui principalmente pela determinação do Presidente Sarney e do Primeiro-Secretário Heráclito Fortes em aproximar o Senado cada vez mais da população brasileira”.

Além disso, o diretor relatou que os livros mais vendidos por parte das edições técnicas foram a Constituição Federal e o Acordo Ortográfico e com o selo das Edições do Senado, a Coluna Prestes no Piauí de Chico Castro, A História da Literatura Ocidental de Otto Maria Carpeaux e livros vinculados ao Maranhão como Cidades Históricas São Luís feito em parceria com o IPHAN. Também destacou a presença no estande do Prof. Joaquim Campelo, Vice-Presidente do Conselho Editorial, por toda a feira no estande do Senado. E outra presença marcante e conhecida do povo do Piauí foi a do Consultor Legislativo e Assessor direto do Primeiro-Secretário, Haroldo Tajra, que inclusive escreveu um artigo de opinião publicado em vários veículos de mídia sobre a participação do Senado no SALIPI agradecendo ao povo piauiense pela acolhida.

Lembrou também, que apesar da pouca visibilidade, pois, ficou próximo ao caixa, os documentos históricos despertaram atenção, mas, não a atenção devida, pelo posicionamento em que estavam. Disse que esta atividade é elogiada em todos os estados por onde o Senado passa e sempre os professores solicitam que documentos sejam impressos para realização de trabalhos didáticos em sala de aula.

Fez questão de frisar que o Senado possibilitou ao piauiense que opinasse sobre o trabalho que realiza ao disponibilizar para o público uma pesquisa de opinião onde todos podiam emitir seu parecer sobre os títulos veiculados, o estande, enfim, tudo. E toda a pesquisa, fez questão de frisar, foi elaborada pela Secretaria de Pesquisa e Opinião do Senado Federal. E concluiu “dentro das possibilidades, foi um excelente trabalho o que o Senado realizou e parabenizo o estado por possuir um público que tem sede de cultura, do saber, dignificando o piauiense perante o povo brasileiro”.

 

Fonte: Assessoria Senado

 

13/06/2009, 11:46

Deputado lança livro sobre direito de comer e beber com dignidade

Por: Adriana Cláutenes/Acessepiauí Adriana Cláutenes/Acessepiauí

Deputado lançou livreto no estande da livraria Aliança

Adriana Cláutenes Lemos
Repórter

O deputado federal Nazareno Fonteles (PT) lançou neste sábado no SALIPI, Salão do Livro do Piauí, o livreto “Pelo direito de Comer e Beber com Dignidade – a estratégia da gratuidade progressiva do direito humano a alimentação adequada”, no estande da livraria Aliança e os transeuntes tiveram uma grata surpresa, já que a publicação tem distribuição gratuita.

“Eu tinha vontade de fazer este trabalho e terminei realizando boa parte no período do Carnaval e conclui no inicio de abril, quando fiz o lançamento. Agora aproveito o SALIPI para divulgar para mais pessoas. Apresento nele de que o direito a alimentação deve ser progressivamente gratuito. Cada vez mais bancado pela sociedade, mas não só pelo estado, mas também pelas comunidades, famílias organizadas, assim como ocorre com a saúde e a educação pública”, afirmou Fonteles.

Ele diz que se pergunta como um direito tão básico passou despercebido na constituição. “Agora mesmo estou em campanha para que a gente consiga aprovar a emenda constitucional na Câmara que coloca a alimentação no artigo sexto da Constituição como um direito social”.

Entre os pontos citados na cartilha para que a alimentação seja um direto social está a expansão do Bolsa Família. “Defendo hortas comunitárias em todas as cidades, cozinhas comunitárias também em todas as cidades e nas maiores, inclusive, em seus bairros. Isso casado com o fortalecimento da agricultura familiar que gera emprego e renda e de preferência que a produção seja orgânica, sem agrotóxicos’, falou.

Nazareno Fonteles diz que faz justifica o projeto junto à visão dos Direitos Humanos e da tese do princípio da fraternidade. “Como princípio político, deveriam nortear, nesse século, a possibilidade da liberdade e da igualdade ser construídas no âmbito da fraternidade. Termos uma sociedade mais justa, onde o ingrediente maior da fraternidade é a gratuidade colada nos direitos básicos”, finalizou.

 

12/06/2009, 18:00

“As novas tecnologias mudam nossos hábitos”, diz professor

Por: Pollyanna Carvalho/Acessepiauí Pollyanna Carvalho/Acessepiauí

Professor fala sobre linguagem e tecnologia no Salipi

Por Pollyanna Carvalho

O último palestrante do Fórum Temático do Salão do Livro do Piauí (Salipi), nessa sexta-feira (12) foi o professor da Universidade Federal do Piauí, Francisco Wellington. Ele foi ao salão para expor o tema “Linguagem e Tecnologia: (re) configurações na era da informação”.

Ele inicia a palestra falando que a linguagem é dinâmica e está sempre sujeita a mudanças. “A linguagem é dinâmica, sempre mudou e vai continuar mudando”, disse o professor, acrescentando que as novas tecnologias têm papel importante nessa evolução da linguagem.

Para o palestrante, as novas tecnologias mudam até o conceito de amizade. “Antes nós chamávamos amigo quem estava sempre por perto, hoje temos amigos que nunca vimos na vida, isso tudo devido à difusão da internet. As novas tecnologias, inevitavelmente, mudam nossos hábitos, mudam nossa vida”, afirmou.

Mas as mudanças não são ocasionadas apenas pela internet. A televisão também oferece grande contribuição a essa questão, segundo comentou o Francisco Wellington. “Apesar de ser muito criticada, a televisão muda nossos hábitos, influencia na nossa visão de mundo e molda nossa linguagem. Um exemplo disso são os chavões que sempre pegamos das novelas”, comentou.

Além disso, o palestrante falou ainda a respeito de outros artefatos tecnológicos, que estiveram, ou ainda estão, presentes na sociedade. Além da TV e da internet, ele falou sobre o uso do celular, da máquina de datilografar, da prensa de tipos móveis, de Gutemberg, dentre outros, ressaltando a importância de cada um como avanço tecnológico e como veículos que moldaram ou moldam as formas de comunicação e a linguagem atual.

 

12/06/2009, 14:14

Senado doa publicações em braille no 7° Salipi

O Senado Federal entregou nesta quinta-feira no VII SALIPI, Salão do Livro do Piauí, publicações em Braille para duas instituições: a ADEVIC, Associação dos Cegos Campomaiorenses e o setor Braille da Biblioteca Estadual.

O consultor legislativo e assessor do Primeiro-Secretário do Senado, Haroldo Tajra, foi quem fez a entrega das coleções que incluía a Constituição Federal, o Jornal do Senado, a Lei de Acessibilidade da Pessoa com Deficiência, o Estatuto do Idoso e a Literatura Popular em Versos. Ao entregar as publicações, Haroldo disse que estava representando o Primeiro-Secretário, Senador Heráclito Fortes e que o mesmo estava implementando uma administração transparente no Senado onde o portador de deficiência visual não seria esquecido em hipótese nenhuma. Lembrou que o Senado tem mais de 300 instituições cadastradas que recebem mensalmente suas publicações e cerca de 60 títulos em Braille foram publicados.

O representante da ADEVIC de Campo Maior, Vice-Presidente, Anastácio da Cunha Oliviera, artesão, disse que era uma honra para a ADEVIC esta distinção que o Senado Federal estava proporcionando e tal ato iria ajudar os portadores de deficiência visual de Campo Maior. Acompanhado do estudante Paulo Afonso Rodrigues da Cunha, que leu e elogiou a impressão em Braille feita pelo Senado, e pelo Diretor da Escola onde a Associação tem sua sede, Sr. Altivo Elias de Macedo, o Vice-Presidente solicitou o cadastramento da Adevic para receber mensalmente as publicações braille do Senado.

O representante do setor Braille da Biblioteca Estadual, Dr. Gleidson Rodrigues, disse que estava representando não só a Biblioteca Estadual mas, todas as bibliotecas municipais. Fez questão de elogiar esta atividade do senado com singular e que essas doações iriam revitalizar o setor Braille da biblioteca.

O evento teve cobertura máxima da mídia local como a Rede Globo e o SBT e os produtores destas emissoras disseram desconhecer esta atividade do Senado, dizendo-se surpresos com o fato.

 

12/06/2009, 13:08

Senado agradece aos piauienses a acolhida no 7° Salipi

Pela primeira vez o senado vem ao Piauí, especificamente ao VII SALIPI para expor e veicular as publicações das Edições do Senado e Edições Técnicas, bem como, documentos históricos e impressos em Braille. Tudo isto só foi possível pelo tirocínio e macro-visão do Primeiro-Secretário, Senador Heráclito Fortes, que está implementando uma nova mentalidade administrativa no Senado e tem levado as publicações da Casa aos quatro cantos do país.

O povo piauiense, segundo constatação do qualificado corpo funcional que o recepcionou no estande do Senado, ficou gratificado com a qualidade das publicações da instituição bem como os preços. Os livros das Edições do Senado e das Edições Técnicas foram considerados atualizados e culturalmente ricos, qualificados e distintos. O piauiense que não conhecia as publicações do Senado teve uma grata surpresa.

O portador de deficiência visual piauiense, através da distribuição gratuita de publicações para a ADEVIC – Associação dos Deficientes Visuais Campomaiorenses e Associação dos Cegos do Piauí, descobriu que o Senado faz um trabalho onde 60 títulos já foram publicados em Braille e mais de 300 instituições recebem esses títulos mensalmente. O Senado é uma instituição que valoriza o portador de deficiência visual e é uma das instituições mais modernas, em suas edificações, para recepcionar o portador de deficiência, realizando anualmente um seminário onde são discutidas novas idéias para este segmento social.

No VII SALIPI o Senado expôs dois documentos que lidam com a história do Piauí, o “Ofício do Presidente da Assembléia Provincial enviando ao Senado Federal relatório de atividades do Presidente da Província do Piauhy” e “Formula de Juramento de Senadores do Império”. Geralmente, além destes, são expostos o termo de Posse e Diplomação do Presidente Lula e o Termo de Posse e Renúncia de Jânio Quadros, como também, a Lei Áurea além de documentos pertinentes ao estado. Nossos funcionários explicam a exposição e aqueles que verdadeiramente se interessam são presenteados com impressões que são absolutamente iguais ao original.

Cabe ressaltar aqui com o devido destaque, tudo isto só está ocorrendo pela firme determinação do Primeiro-Secretário do Senado, Senador Heráclito Fortes, em implementar uma nova mentalidade nas atividades da Casa. O Brasil tem que ser visto como um todo, o Senado sempre freqüentou com assiduidade algumas feiras literárias pelo país e o Primeiro-Secretário Heráclito em sua gestão quer proporcionar a todos os brasileiros o acesso às publicações do Senado. E o Piauí está em primeiro lugar nestas novas ações.

Para concluir, o Senado através desta participação, deixa o seu respeito ao povo piauiense e reconhece que apesar de sofrido, é um povo que tem sede de cultura, e em sendo assim, pretende voltar ao VIII SALIPI, como também, dignificar as ações em torno do Brasil e se aproximar cada vez mais, através da lisura e transparência das ações administrativas, do povo brasileiro.

Haroldo Feitosa Tajra
Consultor Legislativo do Senado Federal
Assessor do Primeiro-Secretário, Senador Heráclito Fortes

 

12/06/2009, 11:55

Alunos da rede pública recebem cheque para comprar livros no Salipi

Por: Tabata Magalhães/ Acessepiaui Tabata Magalhães/ Acessepiaui

Alunos recebem R$ 5,00 para comprar livros no Salipi

Por Tabata Magalhães

O Salão do Livro do Piauí (Salipi) recebe, nesta sétima edição, 64 escolas das redes municipal e estadual de ensino. Além de participar da programação especial voltada às crianças, os alunos recebem um “cheque” no valor de R$ 5,00 para comprar livros infantis, que foram encaminhados às escolas antes do evento.

Com o valor, o estudante da escola Municipal Irmã Dulce, José Carlos, de 10 anos, comprou sete livretos. “Já é a segunda vez que venho para o Salipi. Estou achando muito bom porque já brinquei e comprei muitos livros”, contou o garoto.

No evento, pode-se encontrar livros no valor de R$ 0,50, R$ 1,00 e R$ 5,00, o que permite que as crianças saiam com as sacolas cheias . De acordo com Nilson Ferreira, a parceria do Salipi com as secretarias de educação e o Setut permitiu que os alunos participassem do evento. "Firmamos essa parceria para encaminharmos os "cheques" às escolas e trazermos as crianças ao Salão", disse o coordenador.

Segundo ainda Nilson Ferreira, a cada hora o evento recebe dez escolas da rede pública de ensino. “Não podemos receber todas as escolas por causa da limitação do espaço físico, mas além das escolas cadastradas, várias vêm por conta própria”, relatou.

Além de poder comprar livros, o Salipi oferece uma série de projetos infantis. "No Espaço Liz Medeiros temos oficinas de desenho, pintura, cartum, origami,espaços para contação de histórias e apresentações circenses", informou Nilson.

O cartunista Jota A., responsável pela oficina de Desenho ressalta que todos os dias as crianças podem participar das atividades do espaço. "Oferecemos o papel, a caneta, lápis borracha. Basta a criança vir aqui e soltar a imaginação”, disse o cartunista.