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Segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Redação

acessepiaui@hotmail.com

06/12/2017 - 10h14

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Redação

acessepiaui@hotmail.com

06/12/2017 - 10h14

Faculdade demite professores e vai recontratá-los não mais pela CLT

Evidentemente, não será só a Estácio a fazer isso: Quase todos no mercado o farão, especialmente as instituições dependentes do FIES.
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A notícia abaixo foi publicada nesta semana no blog do colunista Lauro Jardim:

A Estácio aderiu à nova legislação trabalhista: está demitindo este mês 1,2 mil professores (de um total de 10 mil). Em janeiro, vai recontratar os 1,2 mil, não mais pela CLT, evidentemente.

Internamente, a Estácio justifica assim o movimento: os professores ganhavam uma remuneração acima do mercado. Vai, agora, reajustá-los.


Fonte: Lauro Jardim

A notícia primeiro revela o ajuste que o mercado vai dar nas relações trabalhistas de um modo geral. O que a Estácio fez será também implementado por muitos outros. É simplesmente colocar na ponta do lápis e ver que se economiza custos reestruturando a folha de pagamento sob a diretriz das novas regras trabalhistas.

O achatamento de direitos trabalhistas de professores é um PÉSSIMO indicativo. Tudo seguindo, claro, a lógica do mercado: os melhores profissionais não enxergam estímulo ao trabalhar para receber menos. Eles pedem as contas e a instituição contrata profissionais menos qualificados: quem paga o pato é a qualidade da educação.

Evidentemente, não será só a Estácio a fazer isso: Quase todos no mercado o farão, especialmente as instituições dependentes do FIES.

A redução dos custo operacional relacionado com a mão de obra, em alguma medida, será utilizado para reduzir também o custo da mensalidade, jogando os preços para baixo em um mercado altamente competitivo. A redução da Estácio tem tudo para gerar um efeito dominó nos outros grupos educacionais: é uma questão de tempo.


 

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