O historiador Moysés Castello Branco Filho, em seu livro "O povoamento do Piauí", informa sobre um cidadão chamado Norberto de Castro e Silva, coronel da Guarda Nacional, que chegou a Vice-Governador do Piauí. Norberto casou-se por três vezes. Do primeiro casamento nasceu Sinval de Castro e Silva, comerciante renomado, proprietário de um dos primeiros restaurantes de Teresina, o 15 de Novembro, que se localizava na rua Álvaro Mendes.
Sinval teve 20 filhos do primeiro casamento com Ana de Castro Dantas e 12 filhos do segundo casamento com Teresa. Tinha raízes em Valença e era sócio de Antônio de Castro Velloso na firma Castro Silva & Cia., que administrava o restaurante, inaugurado em 1927. O fato é que do casamento com Ana nasceu Sinval de Castro e Silva Filho, que chegou a Brigadeiro do Ar, membro da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).
Feitas as apresentações, vale ressaltar que Sinval Filho começou um esforço pessoal para implantar um aeroporto em Teresina ainda em 1945, quando era Comandante da Base Aérea de Recife. Pelos esforços do brigadeiro, o Comando da 1a. Zona Aérea destinou inicialmente CR$ 8 milhões (valores de 1952) para os aeroportos de Teresina e Parnaíba, verba constante do plano de obras do Polígono da Seca. Durante a solenidade de inauguração da pista de 1.800 metros e demais obras, Sinval Filho se fez presente a convite do então governador Chagas Rodrigues.
A INFRAERO informa que o Aeroporto de Teresina foi inaugurado em 30 de setembro de 1967, quando Helvídio Nunes de Barros era governador do Piauí, e era administrado pelo Ministério da Aeronáutica. Dessa vez, Sinval não foi convidado. A sua denominação oficial era Aeroporto de Teresina, conhecido como Aeroporto Santos Dumont.
Em 2000, foi alterada sua denominação para Aeroporto Petrônio Portela, uma homenagem que deixou de lado o merecimento do Brigadeiro Sinval Filho, que proporcionou os elementos básicos para que se chegasse a uma verdadeira casa de passageiros.
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Eneas Barros, escritor piauiense - nas redes sociais.
Sinval teve 20 filhos do primeiro casamento com Ana de Castro Dantas e 12 filhos do segundo casamento com Teresa. Tinha raízes em Valença e era sócio de Antônio de Castro Velloso na firma Castro Silva & Cia., que administrava o restaurante, inaugurado em 1927. O fato é que do casamento com Ana nasceu Sinval de Castro e Silva Filho, que chegou a Brigadeiro do Ar, membro da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).
Feitas as apresentações, vale ressaltar que Sinval Filho começou um esforço pessoal para implantar um aeroporto em Teresina ainda em 1945, quando era Comandante da Base Aérea de Recife. Pelos esforços do brigadeiro, o Comando da 1a. Zona Aérea destinou inicialmente CR$ 8 milhões (valores de 1952) para os aeroportos de Teresina e Parnaíba, verba constante do plano de obras do Polígono da Seca. Durante a solenidade de inauguração da pista de 1.800 metros e demais obras, Sinval Filho se fez presente a convite do então governador Chagas Rodrigues.
A INFRAERO informa que o Aeroporto de Teresina foi inaugurado em 30 de setembro de 1967, quando Helvídio Nunes de Barros era governador do Piauí, e era administrado pelo Ministério da Aeronáutica. Dessa vez, Sinval não foi convidado. A sua denominação oficial era Aeroporto de Teresina, conhecido como Aeroporto Santos Dumont.
Em 2000, foi alterada sua denominação para Aeroporto Petrônio Portela, uma homenagem que deixou de lado o merecimento do Brigadeiro Sinval Filho, que proporcionou os elementos básicos para que se chegasse a uma verdadeira casa de passageiros.
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Eneas Barros, escritor piauiense - nas redes sociais.
Acervo Luiz Ayrton





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