O voto em Lula extrapola a questão política e alcança o campo espiritual, na medida em que propõe uma mudança completa de paradigma na relação entre os países. No seu discurso na ONU, o candidato à presidência no Brasil mostrou, mais uma vez, porque se tornou um líder mundial.
Lembrou ao mundo a necessidade de dar um basta nos conflitos que assolam o planeta. Declarou que a ONU está falhando em livrar a humanidade do flagelo das guerras, afirmando, num apelo à paz, que o conflito armado "não é a continuação da política e sim a falência total da política".
Portanto, votar em Lula significa manter o sonho de um mundo melhor, no qual prevaleçam a solidariedade e o entendimento entre as nações.
Sobre o Brasil, Lula deixou claro que será firme na defesa dos interesses nacionais. "O Brasil não cabe no quintal de ninguém", disse, num recado explícito aos Estados Unidos na sua pretensão neocolonial em relação à América Latina.
Lula é um patrimônio nacional. Deixá-lo sozinho nesse momento será como condenar o Brasil à servidão e ao atraso.
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Roberto Sander, jornalista e escritor - nas redes sociais.





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