O melhor entretenimento do mundo antigamente, acontecia na calçada de cimento e nas ruas de pedra, sob as luzes amarelas dos postes ou sob o luar. Durante as noites frias, alguns de lençóis, outros em cadeiras de espaguete, ou então só sentados na calçada mesmo, se reuniam em roda, enquanto alguém que sabia ler bem, contava histórias, lendo as fábulas e textos cativantes de um antigo livro de português, O Porta de papel de 1993. Ali sentados, dividindo o mesmo espaço e o mesmo teto de estrelas, nós não apenas ouvíamos histórias; nós construíamos a nossa própria.
Uma infância feita de presença, calor humano e conexões reais, onde a maior riqueza era, simplesmente, estarmos juntos compartilhando a vida.
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Carlujânio Silva, artista piauense - nas redes sociais.





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