Sou cristão de quase nenhum luxo, mas, como bom sertanejo, não dispenso o colo de uma rede. Tenho algumas, duas delas muito especiais, presentes de diletos amigos. Uma, azul-sonho, com meu nome bordado nas varandas; nela, curo-me do banzo, enfermidade que acomete negros velhos de todas as áfricas. A outra, uma soberba rubro-negra, onde canto e, às vezes, choro o Hino do Flamengo. Agora, por exemplo, tem sido um tempo de chorar: Flamengo até morrer...
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Cineas Santos é professor, escritor, poeta e produtor cultural - nas redes sociais.






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