

O governo Dilma Rousseff assumiu que trabalhará em 2016 com menos do que tem para o que quer gastar. Um déficit aproximado de R$ 30 bilhões que poderia ser evitado com a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o imposto que incidia sobre transações bancárias e foi extinto em 2007, mesmo com o apelo do ex-presidente Lula ao Senado Federal de que toda a arrecadação seria destinada à saúde. De um dia para o outro, o governo ficou sem R$ 80 bilhões. Diante de tanta crise, inclusive de pessimismo, a conta chegou para a sucessora reeleita. A oposição brada que a incompetência é mãe da dura realidade que passa o País. A CPMF não serviu como salvadora da pátria. Agosto acabou, mas a agenda da petista continuará perdendo peso.
Mauro Sampaio
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