Há uma carência de pertencimento original do piauiense transportada pelas próprias autoridades públicas e midiáticas do Piauí. A Coroa do Troca Troca virou (ou há pretensão disso) “Jericoroa”.
Certo condomínio de classe média alta de Teresina é denominado “Petrópolis” porque está em cima de um morro.
Um banho de águas transparentes em Cocal tem sido chamado pela mídia do governador Rafael de “Jalapão do Piauí”.
A Lagoa do Portinho, em Parnaíba, está virando “Lençóis Piauienses”.
A “Cidade Encantada”, em São José do Piauí, foi rebatizada por um repórter da Globo de “Capadócia do Nordeste”.
Permitimos essas mudanças. Precisamos ser autênticos também com os nomes que damos às nossas coisas. Não é o Piauí o filho único do sol e do Equador?






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