Com a chegada do mês de setembro, o Piauí dá início oficialmente ao "Br-o-bro" — termo popular que junta as sílabas finais dos meses mais quentes e secos do ano (setembro, outubro, novembro e dezembro). Famoso por registrar temperaturas que frequentemente superam os 40 °C e índices de umidade relativa do ar em níveis críticos (abaixo dos 20%), o período demanda adaptações imediatas na rotina para conter os riscos à saúde.
Especialistas alertam que a combinação de calor extremo e ar seco é propícia para o surgimento de insolação, exaustão térmica, crises alérgicas e desidratação severa, afetando principalmente crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.
Principais impactos no corpo
Desidratação externa e interna: a perda acelerada de líquidos pela transpiração e pela respiração reduz a taxa de filtração renal e causa ressecamento das mucosas do nariz e da boca.
Problemas respiratórios: o ar seco favorece a circulação de poeira e poluentes, desencadeando episódios de rinite, asma e bronquite.
Sobrecarga cardiovascular: para dissipar o calor, os vasos sanguíneos se dilatam e o coração trabalha mais rápido para manter a pressão arterial e a irrigação adequada.
Danos à pele: oexcesso de radiação ultravioleta (UV) eleva a incidência de queimaduras solares, envelhecimento precoce e lesões cutâneas.
Recomendações práticas de prevenção


Sinais como tontura, dor de cabeça intensa, boca seca, urina escurecida ou sensação de desmaio indicam início de desidratação ou exaustão pelo calor. Nesses casos, a orientação principal é procurar local fresco, hidratar-se imediatamente e buscar atendimento médico se os sintomas persistirem.





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