Com as pesquisas favoráveis à chacina de 121 favelados no Rio, a extrema direita acredita ter “virado o jogo” das eleições presidenciais do ano que vem. É bom lembrar que logo após o massacre do Carandiru, em 1992, o responsável pela chacina de 111 presos, governador Luiz Antonio Fleury, tinha a aprovação de 75% da população.
Animado com as pesquisas, ele tentou eleger seu sucessor e criar um “fleuryzismo”, com numerosas bancadas federais e estaduais fiéis à sua orientação. Dois anos depois o candidato a governador apoiado por ele ficou em quarto lugar e o “fleuryzismo” não elegeu uma bactéria no Congresso ou na Assembleia Legislativa de SP. Ao morrer, em 15 de novembro de 2022, Fleury desapareceu como se nunca tivesse existido.
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Fernando Morais, jornalista e biografo brasileiro - nas redes sociais.






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