O preso mais frouxo e antipático do sistema carcerário brasileiro, diariamente, inventa uma malfadada enfermidade, apenas pra manter narrativas vitimistas e alimentar os asseclas.
Já falou até em azia. Será intolerância à lactose? não, pois em 2020, quando estava, inacreditavelmente, no cargo de presidente da república brasileira, encenou a prática supremacista branca (criada no nazismo) de tomar leite em público, em simbólica defesa do racismo.
Meu caro ímpio, seus leucócitos continuarão encarcerados.
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Feliciano Bezerra, professor doutor da UESPI - nas redes sociais.






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