Tudo indica que ainda não há consenso entre as duas principais lideranças petistas, o ministro Wellington Dias e o governador Rafael Fonteles, sobre o(a) o(a) candidato(a) a vice para as eleições de 26.
Como no partido, praticamente tudo é discutido com muitas reuniões, até o final do carnaval essa divergência - mesmo que de forma exaustiva - quem sabe seja superada.
A busca por um acordo vai exigir serenidade, diálogo, desprendimento e juízo para que haja consenso, e o PT saia unido.
Em 1996, o PT já vivenciou uma experiência dessa para a indicação do vice na chapa do partido nas eleições para prefeito de Teresina e o desfecho foi traumático. Repeti-la seria um erro grotesco!
Washington Bandeira tem a seu favor o apoio do governador Rafael e o seu trabalho de melhoria da qualidade da educação. Praticamente transformou todas escolas estaduais em tempo integral e inaugurou o ensino técnico profissionalizante.
Em nota o ministro Wellington Dias afirmou que seu filho, Vinicius Dias, não foi e não é candidato a vice. Nela, defende que essa decisão sobre o(a) vice seja tomada de forma coletiva.
Pergunta-se
Qual deve ser estão o perfil de um candidato(a) a vice que fortaleça o partido e o que se pode acordar para 2026 e 2030 onde tanto o governador Rafael Fonteles quanto o ministro Wellington Dias possam celebrar a unidade e juntos fortaleçam a campanha deste ano?






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